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Nos últimos dias, resolvi prestar mais atenção na acessibilidade em alguns lugares de Belo Horizonte. Em muitos deles, movimentar-se em uma ...Read More
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PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS;

Orientações

Família Down
Rua Goitacases, 14, sl 402, 4º andar, Edifício Bom Destino – Centro - CEP: 30190-050

Telefones: 3222-7695 / Fax: 3222-7688

Objetivo: Orientações, encaminhamentos.



Apoio ao Deficiente Visual




Educação


Escola Estadual São Rafael

Avenida Augusto de Lima, 2109, Barro Preto - CEP: 30190-002

Telefone: 3295-3221

Objetivo: Educacional.

Associação de Pais e Amigos dos Portadores de Deficiência Visual e Associados – APADV

Avenida Brasil, 688, 4º andar, Santa Efigênia - CEP: 30140-000

Telefone: 3274-0495

Objetivo: Reforço pedagógico.

Biblioteca Pública Luiz de Bessa – Setor Braile

Praça da Liberdade, 21, Funcionários - CEP: 30140-010

Telefone: 3292-4706

Objetivo: Livros em braile.

Órtese e prótese

PAM – Campos Sales

Rua Campos Sales, 472, Gameleira - CEP: 30480-470

Telefone: 3277-7048

Objetivo: Auxílio a óculos, bengala para deficiente visual.



Reabilitação


Escola Estadual São Rafael

Avenida Augusto de Lima, 2109, Barro Preto - CEP: 30190-002

Telefone: 3295-3221

Objetivo: Habilitação em atividade de vida diária, reabilitação.

Associação de Pais e Amigos dos Portadores de Deficiência Visual e Associados – APADV

Avenida Brasil, 688, 4º andar, Santa Efigênia - CEP: 3140-000

Telefone: 3274-0495

Objetivo: Fisioterapia, Fonoaudiologia, Terapia ocupacional, Estimulação na reeducação visual, oftalmologista.

Fundação Hilton Rocha

Avenida José do Patrocínio Pontes, 1355, Mangabeiras - CEP: 30210-090

Telefone: 3282-1333

Objetivo: Consultas e exames.

Clínica Oftalmológica do Hospital das Clínicas da UFMG

Avenida Alfredo Balena, 190, Santa Efigênia - CEP: 30130-100

Objetivo: Consultas e exames.



Esporte, cultura e lazer

Associação dos Deficientes Visuais de Belo Horizonte – ADEVIBEL

Avenida Barbacena, 473, sl 601, Barro Preto - CEP: 30190-130

Telefone: 3295-3002

Objetivo: Recreação, lazer e esportes.





Abrigo


Escola Estadual São Rafael

Avenida Augusto de Lima, 2109, Barro Preto - CEP: 30190-002

Telefone: 3295-3221

Objetivo: Regime interno de alunos de 7 a 18 anos.



Apoio aos Portadores de Deficiência Auditiva



Educação



Associação das Freiras Filhas de Nossa Senhora Monte Calvário – Instituto Santa Inês

Rua Aimorés, 3511 - Prado – CEP: 30110-130

Telefones: 3291-3818

Objetivo: Educacional (1ª a 8ª série).

Instituto Santa Inês
Rua Aimorés, 3511, Barro Preto
Telefone: 3335-7255
Obs: Atendimento clínico (3 à 18anos) e escolar (3 à 18anos) sendo do maternal à 8ª série.

Fono Centro Médico Psicológico
Rua Professor Antônio Aleixo, 205, Santo Antônio
Telefone: 3335-8153
Obs: Atendimento aos deficientes auditivos clínico (0 à 21anos) e escolar (5 à 21anos).

Escola Estadual Francisco Sales

Rua Guajajaras, 1887, Barro Preto - CEP: 30180-101

Telefones: 3295-6117 / 4903

Objetivo: Educacional (1ª a 4ª série).

Escola Estadual José Bonifácio

Rua Hermílio Alves, 168, Santa Tereza - CEP: 30010-070

Telefones: 3213-4531 / 3222-1441

Objetivo: Educacional (5ª a 8ª série / 2º grau).

Escola Estadual Maurício Murgel

Avenida Amazonas, 5154, Nova Suíça - CEP: 30480-000

Telefone: 3332-6165

Objetivo: Educacional (2º grau).

FONO – Centro Médico Psicológico de Diagnóstico e Tratamento Ltda.

Rua Prof. Antônio Aleixo, 205, Lourdes - CEP: 30180-150

Telefone: 3335-8153 / Fax: 3337-2394

E-mail: jclassi@bh.pegasus.com.br/ Homepage: www.bh.pegasus.com.br/fono

Objetivo: Educacional (1ª a 4ª série).



Reabilitação

FONO – Centro Médico Psicológico de Diagnóstico e Tratamento Ltda.

Rua Prof. Antônio Aleixo, 205, Lourdes - CEP: 30180-150

Telefones: 3335-8153 / Fax: 3337-2394

E-mail: jclassi@bh.pegasus.com.br / Homepage: www.bh.pegasus.com.br/fono

Objetivo: Estimulação.

Sociedade dos Surdos de Belo Horizonte
Rua Expedito Michel Jacob Cheib, 162, Caiçara

Telefone: 3411-4008
Obs: Atendimento para pessoas a partir de 18 anos esporte e lazer (inclusão social).

Centro Integrado de Atendimento Psico-Pedagógico
Rua Timbiras, 2838, Barro Preto
Obs: Atendimento às deficientes auditivos (0 a 3 anos) e mental (0 a 18 anos).



Trabalho


Cooperativa Padre Vicente de Paulo Penido Burnier Ltda. – COPAVI

Rua Campos Sales, 96 A, Nova Suíça - CEP: 30480-470

Telefones: 3334-8100 / 3332-6172

E-mail: copavi@copavi.com.br / Homepage: COPAVI

Objetivo: Profissionalização, inserção no mercado de trabalho.

Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos – FENEIS

Rua Albita, 44, Cruzeiro - CEP: 30310-160

Telefone: 3225-0088

Objetivo: Profissionalização.



Esporte, cultura e lazer

Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos – APADA/MG

Rua Dias Toledo, 99, Vila Paris - CEP: 30380-670

Telefone: 3296-5202

Objetivo: Cultura e lazer.

Associação dos Surdos de Minas Gerais – ASMIG

Rua Ametista, 25, Bairro Prado - CEP: 30410-420

Telefone: 3335-4827

Objetivo: Cultura e lazer.






Apoio aos Portadores de Deficiêcia Múltipla



Atendimento educacional a portadores de deficiência múltipla

Descrição: Escolas especializadas que fazem atendimento a portadores de mais de uma deficiência que exigem atendimento especializado (necessidades especiais), desenvolvendo atividades de educação especial, preparação para o trabalho e também atendimentos complementares em psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e outros (dependendo do aluno). Não existe limite de idade para o atendimento. O período de permanência não é estipulado, podendo a escola eleger a faixa etária prioritária para o atendimento. Valor da Taxa: Gratuito.

Documentos Necessários: Comprovante de residência, certidão de nascimento.

Diretoria de educação especial

Vinculação: Secretaria de Estado de Educação

Avenida Amazonas, 5855, bloco C - Ala A, Gameleira - CEP: 30150-000

Horário de funcionamento: 9h às 11h e 14h às 18h

Telefones: 3379-8356 / 3379-8353

EE de Educação Especial Dr. João Moreira Salles

Vinculação: Secretaria de Estado de Educação

Rua do Ouro, 1945, Serra - CEP: 30210-590

Horário de funcionamento: 8h30 às 12h e 14h às 18h

EE Dona Argentina Vianna Castelo Branco

Vinculação: Secretaria de Estado de Educação

Rua Oriente 758, Serra - CEP: 30220-270

Horário de funcionamento: 7h às 17h

Telefones: 3227-0899 / 7013

EE Francisco Sales

Vinculação: Secretaria de Estado de Educação

Rua Guajajaras, 1887, Barro Preto - CEP: 30180-101

Horário de funcionamento: 8h30 às 12h e 14h às 18h

Telefone: 3295-4903

EE Pestalozzi

Vinculação: Secretaria de Estado de Educação

Rua Timbiras, 3080, Barro Preto - CEP: 30140-062

Horário de funcionamento: 8h30 às 12h e 14h às 18h

Telefone: 3295-4967



Federações


Conjunto de entidades e associações representativas de diversos segmentos da sociedade. Neste caso, de portadores de deficiência.



Federação das Entidades de Surdos do Estado de Minas Gerais – FESEM

Rua Campos Sales, 96 A, Gameleira - CEP: 30480-470

Telefone: 3334-8100

Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos – FENEIS - Escritório Regional

Rua Albita, 144, Cruzeiro - CEP: 30310-160

Telefone: 3225-0088

Federação Brasileira de Instituições de Excepcionais – FEBIEX - Escritório Estadual
Rua Jussara, 271, Bairro da Graça - CEP: 31140-070
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Nos últimos dias, resolvi prestar mais atenção na acessibilidade em alguns lugares de Belo Horizonte. Em muitos deles, movimentar-se em uma cadeira de rodas é sempre uma aventura radical.

A Prefeitura de Belo Horizonte, juntamente com a Coordenadoria dos Direitos dos Deficientes, e outros órgãos, promoveram uma revitalização do centro da capital. As calçadas ganharam rebaixamento e sinalização tátil. Ainda não temos semáforos sonoros como os existentes na orla de Maceió, mas as melhorias foram gritantes. Em 1997, fiz um curso de programação no centro. Era caótico andar pelas ruas. Além das calçadas não possuírem rebaixamento, eram cheias de camelôs. Era preciso pedir licença e contar com o bom senso – quase sempre em falta! – e boa vontade dos pedestres. O espaço para circulação da cadeira era tão reduzido que fui desviar de um cego e acabei atropelando a bengala dele. Minha mãe tinha que me empurrar, pelas ruas, dividindo espaço com os carros. Nos dias de chuva, então… caos total!!

Hoje em dia, o centro está muito mais acessível. Pena que em alguns lugares, como a esquina da Avenida Amazonas com a Rua São Paulo, as rampas não sigam a acessibilidade. Nesse lugar, a rampa é muito íngreme. Andar pelas calçadas ainda é um desafio. Por exemplo, no quarteirão das Lojas Americanas da Rua São Paulo, a calçada está esburacada há meses. Os buracos são enormes. A alternativa mais viável é dividir o asfalto com os carros e motos. Só que existem vários estacionamentos de motos. Infelizmente, os motoqueiros param em fila dupla e quase atropelam o cadeirante.

O principal problema que encontro no centro é a falta de educação dos pedestres. As pessoas sempre me atropelam. Outras vezes, entram na frente da cadeira de rodas, de uma hora para outra, sem dar tempo para o cadeirante evitar o atropelamento. Quando paro nos sinais para atravessar, sempre sou ?engolida? pela multidão e levo várias bolsadas e cotoveladas.

Muitas lojas da região central ainda possuem degraus na entrada. Em algumas galerias e restaurantes, o acesso é praticamente inviável para cadeirantes – inúmeros degraus em um espaço pequeno. Não cabe nenhuma pessoa ao lado da cadeira.

Pesquisei vários restaurantes na região da Praça Sete e só encontrei um com acesso facilitado. Existem escadas para o segundo andar, mas o cadeirante pode ficar no primeiro piso, onde temos as comidas, bebidas, os caixas e banheiros. Os demais possuem escadas na entrada e o local para circulação muito reduzido. Algumas vezes, para o cadeirante passar, é preciso tirar todo mundo do lugar, arrastar mesas, etc.
ISSO NAO É JUSTO NÓS DEFICIENTES MERECEMOS O DIREITO DE IR E VIR SEM PRECISAR DE AJUDA DE TERCEIOS.
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Barreiras Arquitetonicas E Exclusao Social Dos Deficientes Fisicos

Segundo dados do IBGE, no ano de 2000, 23,06% da população brasileira era composta por
pessoas idosas ou portadoras de algum tipo de deficiência física. Essa significativa parcela da
população encontra-se impedida de exercer plenamente sua cidadania, na medida em que
encontra sérias dificuldades para se locomover no ambiente construído, tanto dos edifícios
como do espaço urbano. Esse trabalho tem como objetivo realizar diagnóstico da situação
atual do Campus A C Simões da UFAL bem como elaborar propostas para adequações
arquitetônicas dos diversos edifícios do mesmo. Foram realizadas entrevistas com os usuários
do Campus portadores de diversos tipos de deficiência a fim de identificar as principais
barreiras arquitetônicas existentes. A seguir, foi realizado um exaustivo levantamento
arquitetônico das vias de acesso e dos edifícios existentes no Campus, assinalando-se as
principais barreiras encontradas. No momento, o trabalho encontra-se em fase de elaboração
das propostas arquitetônicas. O resultado não deve se constituir em experiência restrita ao
problema de acessibilidade no âmbito da UFAL. Pretende-se que o mesmo se constitua em
um exemplo que a Universidade deve proporcionar à sociedade como um todo, na qualidade
de instituição formadora de opinião cujas ações apresentam forte efeito multiplicador dentro
do ambiente social onde se insere.
Os portadores de deficiência física são chamados, segundo a Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT, de ambulatoriais, podendo ser classificados como parciais ou
totais. Os parciais são aqueles que se movimentam com dificuldade ou insegurança, usando
ou não aparelhos ortopédicos e próteses. Dentre esses, se encontra os hemiplégicos,
amputados, pessoas com insuficiência cardíaca ou respiratória, aquelas que levam cargas
pesadas ou volumosas, os que levam criança pequena nos braços, engessados ou com vendas,
convalescentes de doenças ou intervenções cirúrgicas, anciões e pessoas afetadas por doenças
ou malformações que os impeçam de caminhar normalmente.
Os portadores ambulatoriais totais são aqueles que utilizam, temporariamente ou não,
cadeiras de rodas e incluem paraplégicos, tetraplégicos, hemiplégicos, amputados, e pessoas
afetadas fortemente por doenças e malformações que as impossibilitam de andar.
Existem ainda os deficientes sensoriais, onde se enquadram os deficientes visuais e
auditivos. Todos possuem necessidades específicas que, quando não supridas, limitam a
execução de suas atividades, seus fluxos de convívio e sua qualidade de vida.
Segundo levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -
IBGE, em 2000 o Brasil possuía 8,56% da população composta de idosos, a perspectiva de
vida era de 65 anos, e 14,5% da população era composta de portadores de deficiência
permanente. Somando essas duas parcelas, chega-se à conclusão que aproximadamente 23%
da população brasileira encontra-se neste grupo de pessoas com sérias dificuldades de
locomoção. Sem contar as pessoas portadoras de diversos tipos de deficiência sensorial,
deficiência física temporária, os obesos e pessoas de estatura fora da média.
Estes dados vêm demonstrar o impacto social decorrente de iniciativas que visem à
promoção da acessibilidade ao espaço habitado no território brasileiro. Como resultado desse
alcance social e da consolidação dos direitos das pessoas portadoras de deficiência, surge
primeiramente a Lei nº 7853/89, regulamentada pelo Decreto 3298/99, que estabeleceu os
preceitos fundamentais e os princípios de igualdade e não discriminação entre os cidadãos
brasileiros. Mais recentemente, surgiu a Lei n° 10.048, de 8 de Novembro de 2000, que
dispõe sobre prioridade de atendimento e outras providências às pessoas portadoras de algum
tipo de deficiência. Posteriormente, a Lei n° 10.098, de 19 de Dezembro de 2000, estabelece
normas gerais e critérios básicos para promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de
deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos
nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos
meios de transporte e de comunicação.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas formulou normas específicas para
acessibilidade, fundamentadas nos referidos instrumentos jurídicos, que vêm apoiar a
execução de projetos que objetivem a realização de intervenções arquitetônicas urbanísticas e
nos meios de transportes, por parte dos diferentes agentes políticos da sociedade. Estas
normas são:
- NBR 9050:1994 – Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência a edificações,
espaço, mobiliário e equipamento urbanos.
- NBR 13994:2000 – Elevadores de passageiros – Elevadores para transporte de
pessoa portadora de deficiência.
- NBR 14020:1997 – Transporte – Acessibilidade à pessoa portadora de deficiência –
Trem de longo percurso.
- NBR 14021:1997 – Transporte – Acessibilidade à pessoa portadora de
deficiência – Trem metropolitano.
- NBR 14022:1997 – Transporte – Acessibilidade à pessoa portadora de deficiência
em ônibus e trólebus, para atendimento urbano e intermunicipal.
- NBR 14273:1999 – Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência no
transporte aéreo comercial.
Ainda que muito necessite ser feito para que pessoas com deficiência tenham seus
direitos plenamente respeitados pela sociedade brasileira, são visíveis, nos dias atuais, o
aumento da participação social dos mesmos. Nomeadamente no Estado de Alagoas, um
número cada vez maior de pessoas com deficiência está na escola e realizando com êxito seus
estudos, apesar dos dados recolhidos pelo Censo 2000 apontarem que entre aqueles que
apresentam deficiências severas, 25% ainda está excluído do processo de escolarização. Tal
fato está gerando uma situação nova: o número crescente de candidatos com algum tipo de
deficiência concorrendo às vagas oferecidas pela Universidade Federal de Alagoas. No
processo seletivo, realizado no ano de 2002, foram, pelo menos, 15 surdos e 1 cego inscritos.
Esses, infelizmente, não tiveram os seus direitos assegurados e necessitaram recorrer ao
Ministério Público para que tal ocorresse. Os entraves enfrentados por estes candidatos
estavam situados, em primeiro lugar, no desconhecimento em relação à sua individualidade,
que por sua vez acabou por criar vários obstáculos para que eles pudessem concorrer em
situação de igualdade com os demais candidatos. Quase sempre a plena acessibilidade esteve
comprometida. Ou seja, entraves ou obstáculos limitaram ou impediram o acesso à
informação ou aos espaços onde a mesma se encontrava. Em se tratando dos surdos, a
Linguagem Brasileira de Sinais- LIBRAS- não foi reconhecida como sendo a sua primeira
língua e o uso do intérprete foi vetado.
OBSERVAÇÃO:UM ABSURDO! ACORDA BRASIL.
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A Acessibilidade Ao Meio Fisico Vem Garantida Em Lei?

A Acessibilidade ao meio físico vem garantida em lei?

Sim, a Constituição Federal de 1988, no seu artigo 227, parágrafo 2º, estabelece que a lei disporá sobre normas de construção de logradouros e dos edifícios de uso público e da fabricação de veículos de transporte coletivo, a fim de garantir o acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência.

SERÁ?EM BELO HORIZONTE AS COISAS NÃO FUNCIONAM DESDE JEITO SE A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DIZ QUE TEREMOS ACESSO AOS LOCAIS PÚBLICOS ISSO NAO PASSA DE UMA MENTIRA,POIS NA PRÁTICA NÃO FUNCIONA DESSA FORMA,ENFRENTAMOS BARREIRAS ARQUITETONICAS EM TODA A CIDADE NAO SERIA MUITO MELHOR PARA OS GOVERNANTES UMA CIDADE ACESSIVEL?SIM,SERIA MAS POUCOS OU SEJA QUASE NENHUM GOVERNANTE PENSA DESDA FORMA,POIS SE GASTARIA MAIS.I TUDO QUE É EMPROL DA SOCIEDADE PARA ELES NAO FAZ MUITA DIFERENÇA.PORQUE O QUE ELES REALMENTE QUEREM É VOTO!!É ISSO O QUE INTERESSA A ELS."VOTOS"E A POPULAÇAO É QUE SE DANE.DESCULPE PELA A EXPRESSÃO MAS ESSA É A MAIS PURA VERDADE.
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