Breaking News

0

CARTILHA DA INCLUSÃO,QUEM SEGUE?

Estamos vivendo um momento histórico muito importante.

Vários segmentos sociais lutam pelos seus direitos de inclusão na sociedade. É o que acontece com as mulheres, negros, sem-terra e tantos outros excluídos.

Embora não tenham conseguido plenamente sua inclusão na sociedade, muito já avançaram.

Como esses, há um outro grupo de excluídos – as pessoas com deficiência, que não têm acesso aos direitos que devem pertencer a todos: educação, saúde, trabalho, locomoção, transporte, esporte, cultura e lazer.

Leis têm sido criadas para a garantia desses direitos, o que já é um grande passo. Mas, apesar delas, percebemos que nós excluímos as pessoas que consideramos diferentes.

Precisamos, então, conhecer e reconhecer essas pessoas que vivem a nossa volta, excluídas por nossa própria ação.

Se desejamos realmente uma sociedade democrática, devemos criar uma nova ordem social, pela qual todos sejam incluídos no universo dos direitos e deveres.

Para isso, é preciso saber como vivem as pessoas com deficiência, conhecer suas expectativas, necessidades e alternativas.

Como isso que acontece comigo se passa com o outro que é diferente de mim? Como é ser pai ou mãe de um garoto que não enxerga? Como funciona a casa de uma família de deficientes auditivos? Como é a vida de uma pessoa que precisa de uma cadeira de rodas para se locomover? Como uma pessoa que tem deficiência mental aprende?

Essas perguntas podem nos levar a pensar sobre as dificuldades e as conquistas desses excluídos e pensar na possibilidade de concretização dos seus direitos: soluções simples e concretas para que possam estar nas salas de aula; plena assistência à saúde; qualificação profissional; emprego; prática de esporte; cultura e lazer.

Isso só se realizará se cada um de nós se fizer a pergunta: o que eu posso fazer, como empresário, como bombeiro, professor, balconista, comerciante, funcionário público, engenheiro, médico, advogado, dona de casa,motorista de ônibus, entregador, para contribuir na inclusão daqueles que são apenas diferentes de mim?

Buscar respostas para essa pergunta é um aprendizado nem sempre fácil: exige o desejo de conhecer, de se arriscar, de se envolver e agir.

Buscar essas respostas é construir uma sociedade inclusiva.


SOCIEDADE INCLUSIVA: AFINAL, O QUE É ISTO ?

Diante de tantas mudanças que hoje vimos eclodir na evolução da sociedade, surge um novo movimento, o da inclusão, conseqüência de uma visão social, de um mundo democrático, onde pretendemos respeitar direitos e deveres. A limitação da pessoa não diminui seus direitos: são cidadãos e fazem parte da sociedade como qualquer outro. É o momento de a sociedade se preparar para lidar com a diversidade humana.

Todas as pessoas devem ser respeitadas, não importa o sexo, a idade, as origens étnicas, a opção sexual ou as deficiências.Uma sociedade aberta a todos, que estimula a participação de cada um e aprecia as diferentes experiências humanas, e reconhece o potencial de todo cidadão, é denominada sociedade inclusiva.

A sociedade inclusiva tem como objetivo principal oferecer oportunidades iguais para que cada pessoa seja autônoma e auto-determinada.

Dessa forma, a sociedade inclusiva é democrática, reconhece todos os seres humanos como livres e iguais e com direito a exercer sua cidadania.

Ela é, portanto, fraterna: busca todas as camadas sociais, atinge todas as pessoas, sem exceção, respeitando-as em sua dignidade.

Mas, para que uma sociedade se torne inclusiva, é preciso cooperar no esforço coletivo de sujeitos que dialogam em busca do respeito, da liberdade e da igualdade.

Como sabemos, nossa sociedade ainda não é inclusiva. Há grupos de pessoas discriminadas, inclusive nas denominações que recebem: inválido, excepcional, deficiente, mongol, down, manco, ceguinho, aleijado, demente...

Essas palavras revelam preconceito, e, através delas, estamos dizendo que essas pessoas precisam mudar para que possam estar convivendo na sociedade. O problema é do surdo, que não entende o que está sendo dito na TV, e não da emissora que não colocou a legenda; é do cego, por não saber das novas leis, e não do poder público que não as divulga oralmente ou em braile; é do deficiente físico, que não pode subir escadas, e não de quem aprovou uma construção sem rampas. Assim, dizemos que é de responsabilidade da pessoa com deficiência a sua integração à sociedade.

O termo inclusão, diferentemente, indica que a sociedade, e não a pessoa, deve mudar. Para isso, até as palavras e expressões para denominar as diferenças devem ressaltar os aspectos positivos e, assim, promover mudança de atitudes em relação a essas diferenças.

É nosso dever fornecer mecanismos para que todos possam ser incluídos.

VOCÊ SABIA ?

DEFICIÊNCIA é todo e qualquer comprometimento que afeta a integridade da pessoa e traz prejuízos na sua locomoção, na coordenação de movimento, na fala, na compreensão de informações, na orientação espacial ou na percepção e contato com as outras pessoas.

A deficiência gera dificuldades ou impossibilidade de execução de atividades comuns às outras pessoas, e, inclusive, resulta na dificuldade da manutenção de emprego.


Por isso, muitas vezes, é necessária a utilização de equipamentos diversos que permitam melhor convívio, dadas as barreiras impostas pelo ambiente social.

Diante disso, a Constituição Federal de 1998 dispensou tratamento diferenciado às pessoas com deficiência.

DEFICIÊNCIA FÍSICA é todo comprometimento da mobilidade, coordenação motora geral ou da fala, causado por lesões neurológicas, neuromusculares e ortopédicas ou ainda por má formação congênita ou adquirida.

DEFICIÊNCIA MENTAL é um atraso ou lentidão no desenvolvimento mental que pode ser percebido na maneira de falar, caminhar, escrever. O grau de deficiência mental varia de leve a profundo.

DEFICIÊNCIA VISUAL é caracterizada por uma limitação no campo visual. Pode variar de cegueira total à visão subnormal. Neste caso, ocorre diminuição na percepção de cores e mais dificuldades de adaptação à luz.

DEFICIÊNCIA AUDITIVA é a perda total ou parcial da capacidade de compreender a falar através do ouvido. Pode ser surdez leve - nesse caso, a pessoa consegue se expressar oralmente e perceber a voz humana com ou sem a utilização de um aparelho. Pode ser ainda, surdez profunda.


AS PALAVRAS MOVEM MONTANHAS

As palavras agem sobre as pessoas. Elas podem ou não discriminar. O que dizemos mostra o que pensamos, o que desejamos, o que agimos. Palavra é ação. Palavras diferentes produzem sentidos diferentes.

Por isso, quando dizemos que alguém é um deficiente físico, estamos discriminando essa pessoa.

Veja como tudo muda se falamos de pessoas com deficiência ou pessoa portadora de necessidades especiais. Nesse caso, a pessoa não é deficiente, mas apresenta uma deficiência, o que é outra idéia.

Portanto, uma boa forma de mudar o mundo é mudar as palavras que usamos. Pode crer: as pessoas dizem aquilo em que acreditam.
Read more
0

CRESCE OFERTAS DE EMPREGO PARA DEFICIENTES

De acordo com o Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas, oportunidades vão aumentar, pelo menos, 150% em relação ao ano passado.

O mercado de trabalho para pessoas com deficiência está aquecido na região de Campinas (SP). O número de vagas terá um aumento expressivo de setembro até o fim do ano. De acordo com o Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas (CPAT), a oferta de oportunidades vai aumentar, pelo menos, 150% em relação ao ano passado. Mas ainda há problemas de infraestrutura que precisam ser solucionados no universo das pessoas com deficiência.

Cerca de 30 mil pessoas têm algum tipo de deficiência só em Campinas, de acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Deste total, apenas 10% estão trabalhando no mercado formal. Segundo a coordenadora do CPAT, Sílvia Garcia, apenas 525 pessoas estão inscritas para concorrer às vagas divulgadas para pessoas com deficiência.

“Muitas pessoas deixam de procurar emprego nas empresas para não correr o risco de perder seus benefícios do INSS, garantidos por lei. Pois se uma pessoa com deficiência é contratada, ela para de receber o benefício. Caso seja demitida, ela terá que provar a sua necessidade para voltar a receber”, explica.

Para incentivar e qualificar este público, ONGs e outras instituições investem em cursos de capacitação e ajudam na inserção dos deficientes nas empresas.

A ONG Sorri Campinas, por exemplo, oferece cursos de envolvimento pessoal e de capacitação profissional. Muitos deles acontecem dentro das empresas, o que contribui para a interação com os funcionários no ambiente de trabalho. Após esta oportunidade, 70% a 75% dos alunos são aproveitados na própria instituição. Os demais acabam empregadas em outros lugares, já que recebem certificados para cada curso concluído.

Segundo a gerente executiva da ONG, Maria Olímpia Luz, as próprias empresas procuram a instituição para selecionar profissionais através dos cursos.

“Quando você trabalha com a pessoa dentro do ambiente, ela já vai se adaptando em um processo normal. Ela não vai ter o choque de entrar, principalmente aqueles que são as primeiras oportunidades. Quem ganha com isso são as pessoas com deficiência”, explica. Veja detalhes no vídeo.

O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) tem um programa diferenciado que também beneficia este público. O projeto Qualificar para Incluir oferece o curso de tecnologia da informação (TI). Segundo a coordenadora Vera Lúcia Meloni, a procura das empresas também é grande.

“Várias empresas se colocaram para receber os currículos dos alunos e contratar essas pessoas. Na primeira turma, alguns alunos não conseguiram concluir o programa porque começaram logo a trabalhar. Por conta disso, um acordo com as empresas interessadas foi feito, para que elas esperem a formatura dos alunos”, explica a coordenadora.

Falta de infraestrutura
Além da baixa escolaridade e da falta de qualificação, a infraestrutura insuficiente também faz parte dos problemas do universo das pessoas com deficiência. Segundo o membro da ONG Centro de Vida Independente, economista e aluno de doutorado da Unicamp, Vinícius Garcia, é preciso realizar políticas de inclusão desse público na sociedade. Ele é tetraplégico e vive em uma cadeira de rodas há 15 anos.

“A gente tem problemas de acessibilidade no município de Campinas. Apesar dos avanços, a gente tem dificuldade de transporte, nas ruas. Isso dificulta a pessoa com deficiência poder procurar emprego, trabalhar”, afirma.

Pessoas cegas e surdas têm mais dificuldade para se informar, porque nem todas as mídias estão preparadas para atender a este público. Na tese de doutorado, Vinícius constatou que a participação de deficientes no mercado de trabalho ainda é muito baixa.

“Há uma preferência das empresas pelas pessoas com deficiência auditiva e física, em detrimento das pessoas com deficiência visual e cognitiva (mental)”, afirma Vinícius Garcia.

Entre as possíveis soluções para melhorar este quadro, o economista destaca a importância da inclusão escolar para o desenvolvimento dos deficientes.

Entenda a lei
Parte das contratações é garantida pela lei federal 8.213/91, artigo 93, que obriga as empresas com 100 ou mais funcionários a preencher de 2% a 5% de seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência habilitadas. O objetivo da lei é combater o processo histórico de exclusão.

De acordo com a Gerência Regional do Trabalho e Emprego em Campinas, 731 empresas estão cadastradas no banco de dados. Destas, 347 cumprem a cota determinada pela lei, 211 estão em processo de fiscalização e 173 serão convocadas até dezembro deste ano para serem fiscalizadas. A gerência contabilizou, no mínimo, 7,1 mil pessoas com deficiência admitidas na região de Campinas, sendo que mil são reabilitadas.

Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD)
O Projeto Qualificar para Incluir tem o objetivo de propor alternativas diferenciadas para o mercado de trabalho de pessoas com deficiência. O curso de tecnologia da informação tem a duração de, aproximadamente, um ano. Os interessados devem ter o ensino médio completo, mais de 18 anos e precisam apresentar um laudo que comprove a deficiência. Eles podem acompanhar a abertura de inscrições no site do CPqD.

Cada temporada conta com 80 alunos, divididos em quatro turmas. A primeira etapa do curso é voltada para a área comportamental. Na segunda, os estudantes passam por um nivelamento do conhecimento de informática.

O CPqD fica na Rodovia Campinas/Mogi-Mirim, Km 118,5, em Campinas. Interessados podem conferir mais informações no site do CPqD.

Centro Público de Apoio ao Trabalhador (CPAT)
O CPAT divulga vagas todos os dias para moradores de Campinas e região. Os interessados devem comparecer ao centro portando RG, carteira de trabalho, comprovante de residência e laudo médico que comprove a deficiência.

O centro fica na Avenida Campos Salles, 427, no Centro de Campinas. O horário de funcionamento vai das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira
Read more
0

MOTEL ADAPTADO.

O assunto vai desde paquera e chega à acessibilidade em motéis e baladas. No blog "Sonhos de Luciana", onde novela e vida real se misturam, Camila conta o que funciona na hora da conquista. "No Brasil, o bumbum tem um apelo sexual muito grande. Se você está sentada o tempo todo, o cara não vê seu bumbum, já pensou nisso? Daí você tem que usar outros recursos: explorar pernas, colo, braços…".

Cris Costa, cadeirante há 11 anos, isso depois de bater a cabeça em um mergulho na piscina, afirma que na paquera muda sim o fato dela estar em uma cadeira de rodas. "Você tem que chamar atenção para outros atributos, porque o bumbum e o rebolado ele não vai ver tão cedo (risos). Então é um decote, um charme diferente, pedir uma ajuda com a cadeira... os homens ajudam e curtem isso, acredite!".

A publicitária Juliana Carvalho, de 28 anos, cadeirante desde os 19 anos, costuma freqüentar baladas. Solteira, ela convive com os percalços no jogo da paquera. "Em um sábado, durante um passeio com minhas amigas, enquanto eu estava ao volante vários rapazes me encararam, flertando. As meninas inclusive brincaram que era para eu passar um pouco de mel. Engraçado, depois que eu troquei de automóvel e encarei a night na minha cadeira de rodas, os olhares sumiram. Por que será?", desabafou em seu blog "Sem barreiras".

Ela afirma que o preconceito ainda existe sim, mas hoje em dia consegue passar bem por isso e mantém relacionamentos, além de ter uma vida sexual ativa. "Fiquei cinco anos sem transar, afinal, muda muita coisa no corpo. Existe a falta de movimento e sensibilidade, enfim, levei tempo para redescobrir como sentir prazer, mas valeu a pena", conta. Para retomar a sua sexualidade, ela teve que voltar a frequentar barzinhos também afim de conhecer novas pessoas. "A maioria dos locais tem escadas e banheiros estreitos. Fico com opções reduzidas e opto sempre por locais que tem acesso. Aqui em Porto Alegre indico "O Segredo" e o "Oito e Meio".



Juliana Carvalho. Foto/Guerreiro


Já no Rio de Janeiro, Cris afirma que a questão das rampas melhorou, mas que chega a contar nos dedos os locais cujos toaletes são adaptados. "Aqui no Rio indicaria o Rio Scenarium ou o Lapa 40º. São lugares bacanas pra quem gosta de um sambinha e acessíveis", recomenda.

Juliana, que no próximo mês vai lançar o livro "Na minha cadeira ou na tua?", conta que na sua cidade, Poá, ela não conhece nenhum motel adaptado. "Mas em Brasília, o Flamingo (localizado na Asa Norte) tem até banheira com barras para facilitar o acesso. No entanto, o pessoal esqueceu de colocar uma cadeira higiênica para que a pessoa tome banho!", aponta.

Já na capital fluminense, Eduardo Camara encontrou uma suíte adaptada no motel Rosa da Vila, que é mais simples, porém possui cadeira de banho. Ele não chegou a freqüentá-lo, mas o indicou em seu blog "Mão na Roda", o qual Cris também participa.

O carioca namora há três anos com Bianca Marotta "andante, mas ainda não consegue empinar uma cadeira de rodas", como ela mesma se intitula no diário virtual. Ela conta que o casal chega a freqüentar motéis, mas sem acessibilidade "que tem garagem comum e elevador, mas nos quartos geralmente a porta do banheiro é mais estreita e nada de barras de apoio. Acredito que adaptar um quarto de motel não é tão complicado assim, ele precisaria de portas mais largas e espaço para circular melhor com a cadeira de rodas, além de cama com altura adequada e barras de apoio nos banheiros", opina.

Como mulher de um cadeirante, Bianca conta que não existem dificuldades. "Alguns pontos do seu corpo perderam a sensibilidade, mas ereção, libido e tesão existem como em qualquer outra transa". A diferença acontece mesmo em relação às posições, que são mais limitadas. Ela conta que depois de conhecer melhor o corpo de Eduardo se concentra nos pontos de mais sensibilidade e na hora H deixa o resto acontecer naturalmente.

Segundo a publicitária, além da ausência de sensibilidade, nas mulheres há também o fato do déficit de lubrificação. Para ela, a questão do espelho em motéis, é algo bastante importante para os cadeirantes. "Com ele dá para explorar as partes que não se sente. O estímulo visual ganha uma atenção especial. Falar coisas sensuais também atiça os ânimos. Conseguimos ter orgasmo mesmo sem sentir os órgãos sexuais, é possível atingir o clímax, sim", garante
Read more
0

QUE VERGONHA BH!!!

QUE VERGONHA BH É ESSA A BH QUE QUEREMOS MOSTRAR PARA OS ESTRANGEIROS NA COPA DE 2014?PORQUE SE FOR INFELIZMENTE OU FELIZMENTE IREMOS PASSAR A MAIOR VERGONHA! POIS CADE A ACESSIBILIDADE QUE VOCES TANTO DIZEM QUE TEM???CADE???EU TRABALHO NO SHOPPING PAMPULHA MALL.MAS COMO CHEGAR ATÉ LÁ??MAS VOCES (GOVERNANTES)DEVEM ESTAR SE PERGUNTANDO,MAS A AVENIDA PRESIDENTE ANTONIO CARLOS NAO ESTA PASSANDO POR UMA "GRANDE" REFORMA??SIM,ESTÁ.MAS A ACESSIBILIDADE?SERA QUE ISSO FOI PROJETADO PARA NÓS CADEIRANTES?ACRETIDO QUE NAO!PORQUE SEMPRE QUE SAIU DO SERVIÇO PRECISO DE AJUDA I NEMM TODO MUNDO TEM A DISPONIBILIDADE PARA NUS AJUDAR...AGORA PERGUNTO A VOCES CADE O DIREITO DE IR I VIR QUE REGE A CONSTITUIÇAO BRASILEIRA!!!!
VAMOS NÚS MOBILIZAR PARA SACUDIR BH,PARA QUE ACORDEM I OLHEM POR NÓS CADEIRANTES.PORQUE COMO TODO MUNDO DE UMA FORMA OU DE OUTRA PAGAMOS IMPOSTOS E MERECEMOS RESPEITO E EXIGIMOS ACESSO JÁ!!!!!PRINCIPALMENTE EM RELACAO AO TRANSPORTE PÚBLICO É UMA VERGONHAAAAAA ELEVADORES QUE NAO FUNCIONAM,FUNCIONARIOS NAO PREPARADOS.AS VEZES NÚS TRATAM COMO NINGUEM,NÚS VEEM NO PONTO E NAO PARAM PORQUE DA TRABALHO PARA NUS CONDUZIR PARA DENTRO DO ONIBUS...UM ABSURDO!!!
Read more